A Palavra de Deus
Naquele tempo, as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. Quando chegaram, disseram a Jesus: «Mestre, sabemos que és verdadeiro, porque não dás preferência a ninguém. Com efeito, não levas em conta as aparências e ensinas de verdade o caminho de Deus. Diz-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?» Jesus percebeu a hipocrisia deles e respondeu: «Porque Me tentais? Trazei-me uma moeda para Eu ver». Eles levaram-Lhe a moeda e Jesus perguntou: «De quem é a figura e a inscrição que está nesta moeda?» Eles responderam: «É de César». Então Jesus disse: «Pois dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus». E eles ficaram admirados com Jesus.
Algumas pistas sobre a leitura de hoje
InactiveDefault- É curiosa a afirmação dos fariseus: "És verdadeiro, porque não dás preferência a ninguém". Isto é, Jesus não fazia acepção de pessoas, procurava o bem de todos sem distinção. O mesmo podem as pessoas dizer de mim?
- Outra afirmação: "Não levas em conta as aparências, mas buscas a verdade". Sou também eu capaz de olhar para os outros e ver "por debaixo das aparências" (mesmo se há antipatia, agressividade, etc.)? Sou eu transparente, ou uso "máscaras"?
- Esta verdade leva à "unificação da vida": a experiência de Deus deve enviar-me ao mundo ("a César"), e a experiência do mundo à minha volta deve ir à oração e levar-me a Deus. É isso que acontece, ou as duas coisas andam separadas na minha vida?
Algumas pistas sobre a leitura de hoje
InactiveDefault- A cilada dos fariseus era dividir, "entalar" o Mestre face a perguntas difíceis .
- A resposta de Jesus é inteligente, incisiva, descomprometida e desafiadora.
- A nós próprios são colocadas, hoje, como no tempo de Jesus, situações de difícil resolução, concretamente ligadas ao cumprimento de normas de vida social e económica. Peçamos a Deus a luz inspiradora para "ver como Deus vê" e para sermos capazes de respostas verdadeiramente eficazes e evangélicas.
- É típico este procedimento dos fariseus, tentar apanhar em falso Jesus, porque os “desacomoda” e revela a sua incoerência… costumo cair da tentação de fazer o mesmo, a quem me revela as minhas incoerências?
- A resposta de Jesus é simples e franca, desmascarando a intenção dos fariseus... e as minhas relações, são também francas e abertas? Ou caio às vezes nas "segundas intenções", no fingimento?
- E Jesus, aqui e agora, em que me "desacomoda"? Estou a viver alguma situação que Jesus viveria de forma diferente?
- Posto entre a espada e a parede, Santo mas não inseguro, deu uma resposta incontornável. · Contemplo a cena - Vejo-O, vejo quem O interpela e oiço a sua resposta. · Contemplo a cena - Vejo-O, vejo quem O interpela e oiço a sua resposta.
- Que acho?
- Como reajo neste tipo de situações?
- Apesar da abordagem dos fariseus ser lisongeadora e educada, Jesus percebeu que estava a ser posto à prova. Rezo para ter a presença de espírito de não me deixar distrair por converdas ôcas.
- Jesus salienta a importância de dar a importância devida a todas as esferas da vida. Peço a Deus que me ajude a desempenhar tão bem quanto possível os vários papéis que tenho.
Algumas pistas sobre a leitura de hoje
InactiveDefault- É curiosa a afirmação dos fariseus: "És verdadeiro, porque não dás preferência a ninguém". Isto é, Jesus não fazia acepção de pessoas, procurava o bem de todos sem distinção. O mesmo podem as pessoas dizer de mim?
- Outra afirmação: "Não levas em conta as aparências, mas buscas a verdade". Sou também eu capaz de olhar para os outros e ver "por debaixo das aparências" (mesmo se há antipatia, agressividade, etc.)? Sou eu transparente, ou uso "máscaras"?
- Esta verdade leva à "unificação da vida": a experiência de Deus deve enviar-me ao mundo ("a César"), e a experiência do mundo à minha volta deve ir à oração e levar-me a Deus. É isso que acontece, ou as duas coisas andam separadas na minha vida?
Algumas pistas sobre a leitura de hoje
ActiveDefault- A resposta de Jesus a mais uma armadilha dos fariseus é muito simples: há, sim, um mundo terreno e um mundo divino, mas o verdadeiro Caminho de salvação está na unificação, na complementaridade dos dois.
- As experiências e vivências do mundo devem conduzir-nos ao Pai, ao mesmo tempo que a experiência e a entrega a Deus nos devem fazer partir para o mundo.
- Como vivo eu esta missão de unificação da vida cristã? À maneira de Jesus, ou à minha maneira?
